Mesmo com crise econômica, Brasil atinge menor taxa de desemprego desde 2015

As taxas de desemprego têm caído diariamente no Brasil. Mesmo com todas as dificuldades impostas pela pandemia, as pessoas têm conseguido se empregar. Isso, no entanto, acontece em um momento em que a economia tem melhorado muito lentamente. No primeiro trimestre deste ano, a taxa de desemprego no Brasil foi de 9,8%. Foi a menor desde 2015.

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Além disso, muitas pessoas voltaram a ter carimbo na Carteira de Trabalho, mesmo com todos os problemas econômicos que o Brasil vive. A economia cresce lentamente, a taxa básica de juros Selic está alta, assim como a inflação, que também está explodindo.

Estabelecimentos fechado na pandemia

Contudo, durante o período de isolamento social, muitos estabelecimentos, serviços e locais públicos e privados de lazer e cultura fecharam. As pessoas, com medo da Covid-19, ficaram em casa e preferiram seguir as recomendações sanitárias impostas por especialistas em saúde.

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Com tanta gente dentro de casa, o cenário não poderia ser outro: lojas perderam seus clientes, o e-commerce cresceu e os locais físicos tiveram que demitir, já que a demanda caiu e o número de funcionários era desproporcional ao número de pessoas atendidas.

A retomada da economia

Com o afrouxamento das medidas sanitárias, comércios e serviços voltaram a funcionar. Aos poucos, as pessoas voltaram a frequentar as ruas e as lojas dos grandes centros comerciais e, com o início da aplicação e posterior crescimento na procura da vacina, as pessoas “voltaram ao normal”, com poucas restrições que, atualmente, em São Paulo, por exemplo, se resumem a unidades de saúde, farmácias e ao transporte público – todos ainda exigem máscara no rosto.

Todavia, no primeiro trimestre deste ano, a taxa de desemprego no Brasil foi de 9,8%, foi a menor desde 2015. Além disso, muitas pessoas voltaram a ter carimbo na Carteira de Trabalho, mesmo com todos os problemas econômicos que o Brasil vive. A economia cresce lentamente, a taxa básica de juros Selic está alta, assim como a inflação, que também está explodindo.

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Serviços se readaptando ao cenário atual

Especialistas dizem que o afrouxamento das medidas sanitárias da Covid-19 fez com que as empresas, comércios e serviços se “readaptassem” a um cenário parecido com o que o Brasil vivia antes da pandemia. Por isso, os setores que fazem as engrenagens da economia girarem passaram a contratar trabalhadores para atender à demanda.

No entanto, ao passo que o número de contratações subiu (e o número de trabalhadores informais também subiu), o salário reduziu. Portanto, a renda média atual é menor do que era em 2012, sem considerar a inflação. Com inflação de 88% em um total de dez anos, o trabalhador ganha menos e gasta mais, com um impacto maior para o eixo da sociedade que ganha salários mais modestos.

Em suma, para o futuro, os especialistas avaliam que a economia vai se recuperar, já que isso está acontecendo no mundo inteiro. Agora, a evolução global da economia puxa uma demanda de trabalho, que vai resultar na evolução econômica no Brasil.

Veja também: Segundo o Caged, Brasil cria mais de 277 mil novos empregos formais

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